Sport Clube da Catumbela

Estou a considerar seriamente deixar de torcer pelo Benfica e passar a apoiar o Sport Clube da Catumbela, do qual o meu avô João chegou a ser presidente (segundo o meu pai diz, no único ano em que o clube ganhou o campeonato de Angola). Isso é que é um clube, e não esta coisinha […]

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Dia dos Namorados

Os angolanos, pelo menos aqui em Luanda, são devotos do S. Valentim. Na televisão podí­amos ver inúmeros spots publicitários de restaurantes, anunciando programas especiais para a noite dos namorados, e em muitas ruas viam-se bancas a vender presentes. No regresso a casa, muitos homens levavam ramos de flores ou embrulhos cuidadosamente arranjados. Aposto que em […]

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Lagostas

Ao almoço de ontem comemos quatro lagostas compradas aos pescadores em Cabo Ledo. Foi a primeira coisa que achei realmente barata aqui. Custaram 700 kuanzas, ou seja, cerca de sete euros. Por esse preço, em Portugal, pagava pouco mais do que um pires de gambas. Vieram vivinhas, dentro de um saco de plástico, ainda a […]

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Benfica

Há aqui em Luanda um bairro chamado Benfica. Mas não é desse bairro em expansão que eu quero falar. É do “glorioso”, o meu SLB, que tenho conseguido acompanhar mesmo de tão longe. Os jogos passam na televisão, nos canais públicos de Angola, ou em canais de satélite, e a comunidade de benfiquistas local é […]

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Kotas

Jantei com o J. e alguns outros kotas. Espero que a palavra, de origem angolana, não tenha para eles qualquer significado pejorativo; para mim expressa apenas respeito pela sua maior experiência.

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Casa nova

A agência mudou-se recentemente para novas instalações, construí­das de raiz perto da praía da Independência, com vista para a bancada onde as personalidades do regime assistem aos desfiles e comí­cios importantes.

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Surprise!

Quando esta noite cheguei a casa dos meus pais para jantar, depois de finalmente ter conseguido levantar o visto para Angola, a última coisa que esperava era encontrar toda a famí­lia à minha espera. Tinham preparado para mim e para a Lu uma festa-surpresa que, ainda por cima, foi mesmo surpresa.

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Ora pópilas!

Com a ida para Angola às portas reli o último romance de José Eduardo Agualusa. O Vendedor de Passados combina uma escrita assumidamente borgesiana com um toquezinho de Paul Auster e uma enorme fluidez e simplicidade. É um livro para ler depressa e reler devagar.

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