O Dez – chegou a minha vez
Três dias a filmar “O Presente”, uma das curtas-metragens de “O Dez”, ensinaram-me algumas lições. Por exemplo, a importância de fingir que sabia o que estava a fazer.
Três dias a filmar “O Presente”, uma das curtas-metragens de “O Dez”, ensinaram-me algumas lições. Por exemplo, a importância de fingir que sabia o que estava a fazer.
Um telefonema de um amigo alertou-me esta tarde para a novidade: a revista Premiere de Novembro traz uma valente massagem ao meu ego dorido de guionista português.
Fui convidado para rescrever as curtas-metragens do projecto “O Dez” e acabei por me envolver mais do que isso: vou realizar uma delas.
Quem não gostaria de ter escrito já um personagem tão fascinante como Michael Corleone? Neste artigo do Curso explico porque é que um bom protagonista não tem de ser um protagonista bom.
Estrutura. O conceito não é fácil de explicar, pois está muito intimamente relacionado com o enredo. Mas neste novo artigo do Curso Rápido de Guião vou fazer uma tentativa.
Todos nós já escrevemos uma cena assim: chata, plana, sem vida nem interesse. Mas se soubermos reconhecer os sinais de perigo podemos melhorá-la em dois ou três passos simples.
O software Final Draft andava a irritar-me com a sua instabilidade excessiva. Mas na semana passada ensinaram-me “o segredo” e tudo ficou bem de novo.
A Associação Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos lança um novo site que inclui uma revista online de guionismo. O primeiro número inclui entrevistas, opinião e análise.
Um leitor quer saber se o formato usado nos guiões disponíveis neste site é o único correcto, e eu explico porquê.
Na quarta feira passada assisti às filmagens dos telefilmes “Conexão”. Deixo aqui uma primeira impressão e uma cena do guião.