26 coisas que aprendi nos filmes →
Uma engraçada lista de lugares comuns dos filmes de Hollywood. É fugir deles como do Diabo…
Uma engraçada lista de lugares comuns dos filmes de Hollywood. É fugir deles como do Diabo…
Update: Coloquei este artigo disponível para download na secção de Recursos ou aqui mesmo:
Como guionistas, o nosso trabalho assume na maior parte das vezes uma forma imaterial. Os guiões que escrevemos no computador são apenas bites e bytes que enviamos por email sob a forma de ficheiros .pdf, .doc ou .fdx, e que arquivamos nas frágeis superfícies magnéticas dos discos rígidos dos nossos computadores.
A sua imaterialidade faz-nos esquecer muitas vezes como é fácil perder esse tipo de documentos: um ‘delete’ acidental, a morte súbita de um disco rígido, ou o roubo de um computador é quanto basta para fazer desaparecer meses de trabalho. É por isso que é fundamental, para qualquer guionista consciente, ter uma estratégia de backup sólida, e respeitar essa estratégia sem falhas.
“Durante o almoço, Wallace e eu falámos do livro, tentando esclarecer todos os seus mistérios. A Bruxa era mesmo Jenny Hill? Quem era a Rapariga no Rio? Wallace tinha respostas, mas o mais impressionbante é que não insistia em estar certo. Tudo estava aberto a interpretação. Não considerava nada no seu livro como sagrado e intocável.”
John August, acerca da adaptação de “Big Fish”
Este artigo é a segunda parte de uma série de dois dedicados à adaptação de romances para cinema. O primeiro artigo pode ser encontrado aqui.
Como disse antes, já tive a oportunidade de adaptar três obras literárias para guião, e ainda trabalhei em mais três projetos de adaptação que, por razões diversas, não passaram das primeiras fases. O meu método de trabalho acabou por ser, em todos estes projetos, muito semelhante. Por isso acho que pode ser interessante partilhá-lo aqui, mesmo sabendo que cada argumentistas encontrará, naturalmente, o seu método próprio.
O mestre dos argumentos de filmes de acção dos anos 80, Shane Black, que entre outros escreveu os da série “Arma Mortífera”, deu uma entrevista ao “The Guardian” em que resume os dez elementos essenciais para escrever um bom filme do género.
Quer conhecer melhor os seus personagens? Obrigue-os a responder a estas 100 questões.
Da análise das escolhas da Academia de Hollywood podem retirar-se, obviamente, uma enorme quantidade de lições. Uma que saltou aos olhos ontem foi a forma como um pequeno filme, suportado por uma grande estória, pode arrasar completamente uma grande máquina de fazer dinheiro.
O argumento de "The Hurt Locker" repetiu as sucessivas vitórias que obteve em todo o lado, mas desta vez foi completado por outras vitórias, incluindo Melhor Realização e Melhor Filme. De destacar as palavras de louvor e reconhecimento da realizadora Kathryn Bigelow ao grande guião escrito por Mark Boal.
Mas hoje eu gostaria de chamar a atenção para um outro aspecto: a importância de um bom antagonista.
“No que me diz respeito, adaptar um romance para um guião é exatamente o mesmo que escrever um guião original. As duas formas são tão diferentes como uma maçã e uma laranja. Apesar de ambas serem frutas, e ambas crescerem em árvores, são totalmente diferentes em sabor, cor e textura.”
Ted Tally, a propósito da adaptação de “The silence of the lambs”
Este é o primeiro de dois artigos sobre adaptações de romances para cinema. O segundo artigo pode ser encontrado aqui.
Adaptar um romance para cinema é um desafio que, mais tarde ou mais cedo, vai surgir na carreira de um guionista. E é um desafio de contornos muito especiais.
Já adaptei três, dos quais um foi produzido – “A Selva” – e os outros dois, “Mindelo” e “Terra do Bravo”, estão em desenvolvimento.
Com base nesta experiência gostaria hoje de partilhar algumas ideias sobre este trabalho tão particular, que poderá ler no artigo completo.
Citação do guionista Rod Serling sobre a inteligência das audiências.
“Adorei a única regra de escrita dramática de Feydeau:…”
As curtas metragens que escrevi ou reescrevi para o projeto “O Dez” vão estar disponíveis online a partir do dia 1 de Março, no Sapo.