Grandes cenas: Era uma vez na América
Na sequência do desafio ‘Escrever um flashback’ decidi analisar um dos mais sensacionais alguma vez escritos: o que marca o início do filme “Era uma vez na América”.
Na sequência do desafio ‘Escrever um flashback’ decidi analisar um dos mais sensacionais alguma vez escritos: o que marca o início do filme “Era uma vez na América”.
Já abordei várias vezes o processo da rescrita, mas hoje lembrei-me de um tema que não explorei nesses artigos: os fantasmas.
Jane Espenson, uma argumentista americana que mantinha um dos meus blogues favoritos sobre escrita para televisão, está de volta à nets. Leitura recomendável.
No blogue Roteiros sem Rumo uma pequena resenha de alguns cursos de guião/roteiro no Brasil, especialmente no Rio e em São Paulo.
Descobri hoje a origem do termo ‘escaleta’, que usamos em Portugal para traduzir o inglês ‘outline’, ou mais especificamente, ‘step-outline’.
Já são conhecidos os guiões nomeados para as categorias de Melhor Roteiro Original e Melhor Roteiro Adaptado no Grande Prémio do Cinema Brasileiro.
No fim do ano passado surgiu um novo site sobre escrita de guião, o “Dicas de Roteiro”. Visitem, comentem, e não deixem de partilhar aqui no blogue outros sites de guionismo que eu ainda desconheça.
David Mamet escreveu um memorando notável sobre escrita dramática. Achei-o tão importante que resolvi traduzi-lo para português.
Update: Coloquei este artigo disponível para download na secção de Recursos ou aqui mesmo:
Como guionistas, o nosso trabalho assume na maior parte das vezes uma forma imaterial. Os guiões que escrevemos no computador são apenas bites e bytes que enviamos por email sob a forma de ficheiros .pdf, .doc ou .fdx, e que arquivamos nas frágeis superfícies magnéticas dos discos rígidos dos nossos computadores.
A sua imaterialidade faz-nos esquecer muitas vezes como é fácil perder esse tipo de documentos: um ‘delete’ acidental, a morte súbita de um disco rígido, ou o roubo de um computador é quanto basta para fazer desaparecer meses de trabalho. É por isso que é fundamental, para qualquer guionista consciente, ter uma estratégia de backup sólida, e respeitar essa estratégia sem falhas.
O mestre dos argumentos de filmes de acção dos anos 80, Shane Black, que entre outros escreveu os da série “Arma Mortífera”, deu uma entrevista ao “The Guardian” em que resume os dez elementos essenciais para escrever um bom filme do género.