Se não viu “O Julgamento” leia o guião
Resolvi disponibilizar aos interessados o guião do filme “O Julgamento”. Podem baixá-lo a partir daqui.
Resolvi disponibilizar aos interessados o guião do filme “O Julgamento”. Podem baixá-lo a partir daqui.
Um guionista pode aumentar consideravelmente as probabilidades do seu guião ser produzido se tiver o cuidado de evitar uma série de elementos que contribuem para encarecer a produção de um filme. Descubra aqui quais são esses elementos.
O guionista John August disponibilizou o seu guião do filme “The Nines” (que também realizou) para download.
Há uma simples pergunta que o pode ajudar a resolver muitos problemas na escrita de um guião. Você sabe qual é?
A propósito de uma crítica ao filme “O Capacete Dourado” resolvi deixar um desafio aos leitores com mais pendor estatístico: descobrir o que se diz dos guionistas.
Uma leitora levanta uma dúvida sobre a diferença entre cenas e sequências, e eu aproveito para falar de montagens e sequências de imagens.
Por coincidência o TimesOnline de 13 de Setembro traz um artigo que serve de contraponto ao último artigo que escrevi sobre os erros mais frequentes de um guião. Nesse artigo são dados alguns conselhos destinados a facilitar e melhorar a escrita de qualquer guião.Ler mais »Dez conselhos para um bom guião
Há cinco erros que encontro com frequência nos guiões de cinema e televisão que vou lendo, e que podem ser evitados com algum cuidado. Se estiver atento a eles e procurar ultrapassá-los, seguramente os seus guiões ficarão melhores; logo, com mais probabilidade de atrair o interesse de um produtor.
Eu estou a tentar fazer um portfolio, sendo que dele consta um argumento/guião para um desenho animado de curta-duração que vive muito à base do humor físico. No livro que li, o Syd Field sugere que os parágrafos descritivos devem ser curtos e que mais de 4 frases já é demasiado. Ora, se assim o fizer para as cenas de humor físico fica tudo um bocado no ar e perde metade do impacto. É isto um erro? — Tiago
Tiago, o livro do Syd Field que refere, e que presumo ser o "Screenplay", é uma obra de 1979, muito importante em termos teóricos, que todos os guionistas ganharão em estudar. Para quem não o queira ler no inglês original, há edições brasileiras, espanholas e francesas.
Esse livro instituiu uma série de conceitos que hoje fazem parte da terminologia dos guionistas de todo o mundo, como o paradigma dos três actos, os plot points, a frase "action is character" (a acção é o personagem), etc. O meu exemplar tem a data de Setembro de 1995 e comprei-o, entre todos os lugares, em Los Angeles.Ler mais »Perguntas&Respostas: Como escrever cenas de humor físico
António-Pedro Vasconcelos fala sobre a importância do guionista na direcção dos actores.